Museum of Everything

Em Outubro, como passei mais de duas semanas fora de Londres, falhei a Frieze. Mas mais importante, falhei a inauguracão de um dos mais fascinantes sitios que visitei nos ultimos anos. Perdi o buzz à volta da sua inauguracão e não me dei conta de que não deveria ter adiado por tanto tempo a visita a este museu invulgar: the Museum of Everything.
Um museu de outsider art, folk art, arte naïf, o que quiserem, porque classificar é difícil. Numa ex-leitaria e ex-estudio de gravacão, numa entrada discreta numa rua off Primrose Hill, o que se encontra é um mundo, ou mundos para lá do ordinário, que deveria fazer corar 99% dos artistas e aspirantes a artistas dada a criatividade que por lá anda. Uma coleccão criada por James Brett e apresentada num suceder de mínimos corredores e salinhas – e um grande salão – a fazer lembrar os cenários da Punchdrunk. Nomes como Peter Blake, Sue Webster, Jarvis Cocker ou Grayson Perry escrevem textos sobre cada um dos artistas. A par do Sir John Soane’s Museum e da Wallace Collection, tornou-se de imediato num dos meus sítios preferidos em Londres e fortemente recomenda-se. Infelizmente não tenho a arte ou tempo suficiente para descrever o que vi. Mais aqui e aqui, por exemplo.

Alexander Lobanov

Judith Scott

Willem Van Genk

Carlo Zinelli

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