Humphries

O Oscar Humphries é das poucas pessoas que conheci no art world nos últimos tempos que considero verdadeiramente moderno. Alguém sem problemas em admirar – e conhecer em profundidade – a arte do século XVIII, francesa ou inglesa, os artistas emergentes ou o design do pós-guerra. Colunista da Spectator, com apenas 28 anos, assumiu agora as rédeas da venerável revista Apollo, precisamente para a transformar numa revista mais transversal, dando um tratamento igual a todos os temas. E escreve no seu primeiro editorial sobre a dificil mas poderosa ambivalencia com que se vive hoje a arte – e o mercado da arte -, entre o passado e o presente. Um assunto com uma historia já grande mas que se irá manter como um dos grandes temas do mundo da arte nas proximas décadas.

This isn’t to say, of course, that dealers, collectors, academics and museum curators shouldn’t specialise. The recent fashion – seen in antique galleries the world over – to hang modern paintings or place contemporary design with more traditional stock is, oddly, both exciting and dispiriting. Must the entire art world be modernised? Surely we should acknowledge that specialisation is essential and that the grandest antique dealers need not diffuse their core offerings with the fashion of the moment, however alluring that may be.

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