BRIC

O mundo da Arte é um pouco estranho. A Saatchi Gallery fechou durante uns dias para poder mostrar as obras que vão a leilão na Phillips de Pury no próximo sábado. “BRIC” é o nome da venda, mais um leilão temático desta leiloeira que continua a procurar encontrar um lugar que não seja debaixo dos pés da Sotheby’s e da Christie’s. A ideia de vendas temáticas é interessante, – assim como os excelentes catálogos – mas nem sempre resulta – como foi o caso do leilão “Sex”. “BRIC” – apostando no hype com as economias emergentes – tem melhores condicões para ser um sucesso, mas no grupo de lotes apresentados, faltavam pesos pesados, pecas importantes.
Curiosamente, os lotes referentes ao Brasil incluíam um grupo grande de pecas de design, dos Campana a Tenreiro, de Lina Bo Bardi a Hugo Franca. Vai ser interessante ver como estes moveis são recebidos em Londres, quando NY é que tem sido o seu mercado natural.
A festa de apresentacão do leilão não foi nada má, com o Giles Peterson a por musica e Nitin Sawhney a tocar, os céus azuis de Londres sem aviões e uma data de pecas ainda paradas em Espanha. No dia seguinte, ie, ontem, o Guardian publicou um artigo fraquinho sobre Simon de Pury – a quem se referem saloia e constantemente como Baron – mas que fica aqui para quem quiser ler.

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